O clima da Copa está no ar; a humanidade congela para conferir quem é o melhor time do mundo! Você já parou para pensar em tudo o que envolve ser vencedor num ambiente competitivo e em grupo?

Não sou antropólogo nem psicólogo, mas me lembro que na última Copa de 2006; eu tinha certeza que nossa participação seria um fiasco; displicência, ausência de comprometimento e “business” exacerbado tomaram conta de nossa delegação.
Obviamente que muito “oba oba” e pouca ralação só poderia terminar em decepção.
É nesse sentido que tiro o chapéu para o Dunga; a seleção pode até não jogar bonito nem trazer o caneco, mas ele enquanto comandante não só restaurou o respeito pela camisa amarelinha, motivando a disputa por vagas no time, como devolveu a referência de liderança ao afirmar: “Aqui mando eu”.
Vamos adaptar o cenário acima para nossas vidas; por mais que o homem queira ser independente, ele só alcança a verdadeira vitória quando trabalha em equipe juntamente com uma liderança forte.

Se o coração de um grupo tem um objetivo comum, a vitória fica mais certa; necessitamos do convívio com nossa espécie e precisamos de uma voz que nos guie por entre desafios, aprendizados, decepções, lutas e até pelas vitórias.
O homem entregue a seus desejos não chega a lugar nenhum; ele precisa de um Mestre; é assim em nossa sua vida pessoal e também nas empresas pelo mundo afora, onde aquele que nos ensina se torna um líder natural.
Numa jornada como é a Copa e também em nossas vidas, devemos nos lembrar destes exemplos e acrescentar outros para sermos os verdadeiros vencedores:
Já imaginou se nossa seleção temesse as eternas provocações argentinas?
No jogo da vida, independente da qualidade de seus times, lembre-se que precisamos viver em comunidade seguindo os ensinamentos do Líder.

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