
Quem navega em meu blog sabe que estou sempre discutindo felicidade.
O segundo semestre está aí e como o Brasil promete crescer em até 7% seu PIB, com certeza nossa condição mental e emocional fará toda diferença neste cenário agitadíssimo.
Há pouco mais de um ano, eu pensava que ser feliz profissionalmente era “fazer o que se gosta”, mas eu estava enganado.
Gostar do que se faz é uma verdade bem maior.

Obviamente que não sou contra quem vive do que gosta; pelo contrário, acho isso excelente, mas quantas pessoas assim você conhece?
Sendo prático, a experiência me mostrou alguns valores que norteiam minha vida agora.
Por exemplo, ter um clima agradável no local de trabalho é impagável; todo mundo tem metas agressivas e desafios, sem falar no stress que está sempre lá, mas quanto vale um olhar de compaixão de um colega num momento-chave, a pró-atividade entre as pessoas e o famoso “se colocar no lugar do outro”?
Nós temos um papel nisso; devemos buscar o ótimo relacionamento interpessoal; picuinhas e melindragens ao contrário são armadilhas que nos deixam mais lentos, além de ser uma eterna corrida atrás do vento.
E o que falar da integridade, tão menosprezada hoje em dia?
Saiba que quando somente a palavra do profissional basta, ele tem um valor acima da média na empresa, pois este colaborador é um tipo raro, está em extinção mas todo mundo o quer por perto!
Não seja acomodado; busque sempre sua evolução, seja lateralmente (no que você sabe fazer) ou verticalmente (conhecimentos novos); não tema o novo, mas divirta-se com ele.

E para finalizar, dê sempre seu melhor ao invés de ser mais um nessa atual geração cansada e vaidosa; construa relacionamentos genuínos, seja apoio nesses relacionamentos, compartilhe vitórias, se alegre com o que se alegram e tenha um sono tranqüilo.
Você será acima da média e trabalhar será uma delícia, não importando sua profissão!
Quer saber mais?
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Ohannes Bedoyan